Combustíveis Seguem com Tendência de Alta no Interior

Gasolina, Etanol e Diesel seguem com tendência de alta no interior do Estado. As alterações se devem a política da Petrobrás de alinhamento do preço da gasolina e do diesel à cotação diária internacional do petróleo. A informação é da CEPER/Fundace.
De acordo com o levantamento elaborado, os reajustes tem sido comuns desde julho do ano passado e os maiores aumentos no preço da gasolina, foram registrados na capital paulista (21,1%) e em alguns municípios do interior do Estado.
No último levantamento feito pela Reportagem de O Regional, Catanduva apresentou um aumento de R$0,21 no valor da gasolina. A variação ficou entre R$ 4,19 e R$ 3,93 nos postos de combustíveis. Os municípios de Sertãozinho e Campinas também apresentaram as maiores alterações. O preço médio chegou a R$ 4,27 em Sertãozinho e a R$ 4,21 em São José do Rio Preto e Franca.
O Etanol também registrou aumento de R$0,20. O produto chegou a R$ 2,86 em Catanduva. Os dados mais recentes mostram que o produto tinha variação entre R$ 2,99 e R$ 2,77.
Com relação ao Diesel, Catanduva segue na contramão de outras regiões. Com R$0,21 a menos, o produto pode ser encontrado a R$3,39 nos postos da Cidade Feitiço. Nacionalmente, o preço médio foi de R$ 3,05 em julho de 2017 a R$ 3,63 em maio de 2018, um aumento de 19%. As cidades com maior elevação na média de preços, em maio, foram Sertãozinho (R$ 3,64); Campinas (R$ 3,62); Ribeirão Preto (R$3,55); São José do Rio Preto (R$3,53); São Paulo e Araraquara (R$3,50); e Franca (R$3,47).

NO PAÍS
Levando-se em considerações todas as regiões, a média no aumento da gasolina é de 18%. A região com maior incidência de tributos estaduais (ICMS) na composição do preço da gasolina ainda é a região Sul (28,44%), seguida pelas regiões Centro-Oeste e Nordeste (ambas com 28,28%), Sudeste (28,17%) e Norte (25,61%). A porcentagem restante, em torno de 13% a 20% do preço, divide-se entre custos de transporte, margens de distribuição e revenda.
“No dia a dia, a expectativa de redução expressiva no preço da gasolina nas bombas ainda é muito baixa, principalmente se a Petrobrás prosseguir com a política de reajustes diários. A menos que haja queda significativa no câmbio e no preço do barril de petróleo, o cenário não deve mudar”, avalia Luciano Nakabashi, pesquisador do CEPER e coordenador do Boletim Sucroalcooleiro.

 

Fonte: oregional.com.br/cidades/combustiveis-seguem-com-tendencia-de-alta-no-interior/

Compartilhe

Deixe uma resposta